Como a peste negra moldou a imunidade humana através da seleção natural.
Este estudo analisou DNA antigo de 206 indivíduos europeus que viveram antes, durante e depois da peste negra. Os pesquisadores encontraram sinais de seleção positiva em genes imunológicos, especialmente uma variante próxima ao gene ERAP2. Essa variante aumentava a capacidade de controlar a bactéria Yersinia pestis dentro das células, mas hoje está associada a maior risco de doenças autoimunes.
O estudo utilizou 206 amostras de DNA antigo de duas populações europeias (Londres e Dinamarca), abrangendo períodos antes, durante e após a peste negra. No site, há apenas 1 amostra genética listada, pertencente ao haplogrupo Y E-M132, sem informações sobre haplogrupos mitocondriais ou culturas associadas.
Para entusiastas de ancestralidade, este estudo mostra como pandemias históricas deixaram marcas no genoma atual. Variantes que ajudaram nossos ancestrais a sobreviver à peste negra podem influenciar nossa saúde hoje, equilibrando proteção contra infecções e risco de autoimunidade.
| Haplogrupo | Amostras | |
|---|---|---|
| E-M132 | 1 |
| Amostra | Y-DNA | mtDNA | Cultura / Período |
|---|---|---|---|
| LP164 | E-M132 | — |